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Sites para quem tem um lugar

O seu site não se vê no telemóvel — e o formulário não envia desde 2019.

Eu trato disso. Sites que primeiro servem e só depois é que são bonitos, para negócios cujo valor está no sítio onde estão.

Luís Salvador

Porquê O Alpendre

Um alpendre é o espaço coberto entre a estrada e a porta. Não é bem a casa, não é bem a rua. É onde se limpam os pés, se espera, se conversa cinco minutos sem entrar. É onde se decide.

Não há arquitetura mais portuguesa nem mais igual em todo o lado. Tem-no a quinta e tem-no a tasca. Ninguém o construiu para impressionar: construiu-o porque chove, porque o sol bate, porque é preciso um sítio para parar antes de entrar.

Hoje, quase ninguém chega à sua porta sem passar primeiro por um ecrã. Vêem-no primeiro no telemóvel, à noite, deitados. É aí que decidem se lhe ligam, se reservam, se fazem os quarenta minutos de estrada até si. O site é essa soleira — e é a que a maior parte dos negócios como o seu tem ao abandono.

Um alpendre não é decoração, é estrutura: sem ele o telhado não avança sobre a entrada. Os sites de que falo são iguais — primeiro têm de servir, depois é que podem ser bonitos. Um site que demora seis segundos a abrir e não se lê no telemóvel é um alpendre com o teto caído: ainda lá está, já não abriga ninguém.

O que faço

Um site que trabalha para si o ano inteiro.

Não vendo "presença digital". Faço uma coisa concreta: o sítio onde as pessoas o encontram, decidem, e lhe ligam.

Vê-se no telemóvel

Onde a maior parte dos seus clientes o vai ver primeiro. Rápido a abrir e legível a qualquer idade.

Um formulário que chega mesmo

Sem cair no vazio. E fica com um aviso automático se algum dia parar de enviar.

Os textos, se não os tiver

Falamos meia hora, conto a sua história por palavras suas, você lê e corrige.

Manutenção todos os meses

Domínio, alojamento, segurança e alterações regulares. Não tem de pensar nisto outra vez.

Como trabalho

Sem reuniões que não levam a lado nenhum.

1

Um briefing de 20 minutos

O que atrasa estes projetos não é o trabalho — é o material que falta. Mando-lhe um link de briefing: preenche-se no telemóvel, pode parar a meio. É isso e as fotografias. Mais nada.

2

Um email de cinco linhas por mês

Depois de o site ir para o ar, recebe todos os meses quantas pessoas entraram, de onde vieram e o que foram ver. Sem seguir ninguém e sem aquela barra de cookies.

3

Mudar é fácil

Manda-me uma mensagem e trato da alteração — sem orçamento novo de cada vez, sem esperar semanas. E se o seu negócio muda muito — uma ementa nova toda a semana — dou-lhe uma área sua para o fazer você mesmo, do telemóvel.

O diagnóstico

As perguntas de sempre.

Clica para veres como resolvo cada uma.

O meu site não abre bem no telemóvel.

Mais de 70% das pessoas espreitam a tua porta através de um ecrã de cinco polegadas. Se o site encolhe, parte ou obriga a fazer zoom, o cliente desiste e segue caminho. Ajusto a estrutura de raiz para que a entrada seja fluida em qualquer ecrã.

O formulário de contacto não envia nada desde 2019.

Um formulário que falha em silêncio é uma porta trancada por dentro com um sinal de "Aberto". Elimino o jargão técnico, testo o circuito e garanto que cada mensagem vai direta e limpa para o teu email, sem intermediários.

Quanto tempo demora a ficar pronto?

Não arrasto projetos durante meses com reuniões desnecessárias. Um alpendre precisa de ser útil hoje. Defino o que é essencial para o teu negócio, elimino o acessório e entrego um site rápido, leve e robusto em poucas semanas.

O que não faço

E o que não te vendo — de propósito.

Imagens inventadas do teu negócio

No teu site aparecem as tuas fotografias. Pôr uma imagem gerada a fazer de conta que é o teu espaço é publicidade enganosa — e o problema acabava por ser teu.

Vender-te medo com a lei

Uma casa de campo ou um restaurante com menos de 10 pessoas está isento da lei da acessibilidade. Faço os sites acessíveis à mesma, porque os teus clientes têm 70 anos — não por causa de uma multa que não existe.

Lojas com pagamentos, à partida

Começa com catálogo e pedidos por formulário: fica no ar em semanas e mostra-te se há procura antes de gastares mais. Se houver, acrescentamos o pagamento depois.

Fingir que sou uma agência

Sou uma pessoa. É a mesma cara e o mesmo email do princípio ao fim.

O trabalho

Sites reais, no ar — e demonstrações para experimentares.

Uns estão a trabalhar todos os dias; outros são demonstrações navegáveis, para veres como funciona antes de marcares o que quer que seja.

Experimenta agora

O teu site serve toda a gente?

Fiz uma ferramenta que responde a isso em menos de um minuto. É gratuita, não pede registo, e podes usá-la em qualquer site — não tem de ser meu.

O que faz

Escreves o endereço de uma página e recebes três coisas:

  • Uma pontuação de acessibilidade — quantas das verificações automáticas a página passa, de 0 a 100.
  • A velocidade real — os Core Web Vitals que a Google usa para ordenar a pesquisa: quanto tempo até aparecer conteúdo, quanto o texto salta enquanto carrega, quanto demora a responder a um toque.
  • Uma lista do que corrigir — não só «há um problema», mas qual elemento, em que sítio da página, o critério da lei que toca, e o código da correção pronto a copiar.

Como faz

Por trás está o Lighthouse da Google, o mesmo motor que corre dentro do Chrome. A página abre o teu site num navegador real, mede-o, e devolve o que encontrou. O que eu acrescento é a tradução: as falhas vêm em inglês e sem contexto, e aqui saem em português, agrupadas por tipo, com a correção escrita e o artigo da WCAG ao lado.

O relatório imprime-se em A4 — dá um PDF limpo para guardar ou enviar a quem faz o site.

E o que não faz: não passa certificados. As verificações automáticas cobrem cerca de um terço dos critérios de acessibilidade. Navegar só com o teclado, a ordem por que o foco salta, se o texto alternativo de uma imagem descreve mesmo a imagem — isso só se sabe com uma pessoa a testar. A ferramenta diz-te por onde começar; não te diz que está tudo bem.

Analisar um site

Sobre

Luís Salvador.

Faço sites, sozinho, para negócios cujo valor está no sítio onde estão. Sou eu que respondo, escrevo os textos e trato do email quando ele parte. Sempre a mesma pessoa — não um balcão diferente de cada vez.

É a mesma cara e o mesmo email do princípio ao fim — sem central, sem formulário que ninguém lê. Escolhi a palavra "alpendre" porque descreve o trabalho melhor do que qualquer palavra minha: quando ta digo ao telefone, sabes logo o que é.